domingo, 17 de abril de 2011

Código Base (The Source Code)

Source Code Trailer

Colter Stevens: How's everything today?
Conductor: It's good.
Colter Stevens: Anything out of the ordinary?
Conductor: [confused] No.
Colter Stevens: I meant uh...behavior on the train. Is anything...anybody seem strange to you?
Conductor: You're a little strange.

Colter Stevens: How about you, does anybody look suspicious?
Christina Warren: Are you dunk or something?
Colter Stevens: Come here?
[she looks at him confused]
Colter Stevens: Just for a second.
[she looks at him suspiciously]
Colter Stevens: Come on!
[she comes over and sits next to him]
Colter Stevens: Just think of it as a game.
Christina Warren: A game? Wow!
[she looks around at the other passengers]
Christina Warren: There all so utterly normal, Sean. That's what so terrifying about them. Maybe there's a team at work.
[she looks around referring to the passengers she sees]
Christina Warren: The sleeping giant coach. The minister sudoku. Don't forget the sullen college kid, he's expendable. But they're all controlled by the conductor. Standing there all dictatorial, demanding tickets.
Colter Stevens: You're funny.

Colleen Goodwin: Captain, it is going to be counter productive for you to try to save anyone on that train. They are outside submission.
Colter Stevens: Well...but she survived. And maybe the rest could too.
Dr. Rutledge: She survived, but only inside the Source Code. None of them can be saved.
Colter Stevens: What is...what is the Source Code?
Dr. Rutledge: It's uh...quantum mechanics, parabola calculus. It's uh...it's...it's very complicated.
Colter Stevens: Try me!
Dr. Rutledge: Fine. Uh...when a light bulb turns off, there's an afterglow, a lingering halo-like effect. You seen it?
Colter Stevens: Yes.
Dr. Rutledge: Of course. The brain is like that. It's electromagnetic field remains charged, just briefly, even after death. Circuits remain open. Now, there's another peculiarity about the brain. It contains a short term memory track, that's approximately eight minutes long. Like uh...a convenient store security camera that only records the last portion of the days activity on its hard drive. Now in combining these two phenomena, circuitry that remain viable post-mortem, and a memory bank that goes back eight minutes, Source Code enables us to capitalize on the overlap. Sean Fentress died on that train. Of all the passengers aboard, he was your possible link. You two share compatibility in terms of gender, body size and your synaptic maps.

Colter Stevens: Why?
Derek Frost: Oh. You mean...you mean why this?
[pointing to his explosive device]
Derek Frost: Because, the world is hell. But we have a chance to start over in the rubble. But first there has to be a rubble. You're a teacher, you know that. You understand.

From Movie Quotes & More

segunda-feira, 28 de março de 2011

Frase (José Saramago)

“E como de panos vem Maria servida e a faca com que se há-de cortar o cordão umbilical trá-la José no seu alforge, se Zelomi não preferir cortá-lo com os dentes, já a criança pode nascer, afinal um estábulo serve tão bem como uma casa, e só quem nunca teve a felicidade de dormir numa manjedoura ignora que nada há no mundo que se pareça mais com um berço. O burro, pelo menos, não lhe achará diferença, a palha é igual no céu e na terra.”

SARAMAGO, José – O Evangelho segundo Jesus Cristo. 13.ª ed. Lisboa: Caminho, 1993. 445 p. ISBN 972-21-0524-8. p. 81-82.

domingo, 27 de março de 2011

Frase (José Saramago)

“Como sempre desde que o mundo é mundo, para cada um que nasce, há outro que agoniza.”

SARAMAGO, José – O Evangelho segundo Jesus Cristo. 13.ª ed. Lisboa: Caminho, 1993. 445 p. ISBN 972-21-0524-8. p. 85.

sábado, 26 de março de 2011

Bright Star – John Keats

Bright star, would I were stedfast as thou art--
Not in lone splendour hung aloft the night
And watching, with eternal lids apart,
Like nature's patient, sleepless Eremite,
The moving waters at their priestlike task
Of pure ablution round earth's human shores,
Or gazing on the new soft-fallen mask
Of snow upon the mountains and the moors--
No--yet still stedfast, still unchangeable,
Pillow'd upon my fair love's ripening breast,
To feel for ever its soft fall and swell,
Awake for ever in a sweet unrest,
Still, still to hear her tender-taken breath,
And so live ever--or else swoon to death.

Em PoemHunter.

Bolo de noz

300g miolo de noz
100g açúcar amarelo
50g mel
50g margarina
6 ovos
100g farinha sem fermento
1 colher sobremesa fermento em pó
1 colher de sopa de canela

Ligue o forno e regule-o para os 180.ºC. Pique o miolo de noz e reserve.

Deite o açúcar amarelo e o mel numa tigela, junte a margarina cortada em lascas e bata até obter um creme.

Parta os ovos, junte as gemas ao creme anterior e coloque as claras noutra tigela. Bata até as gemas estarem incorporadas. Junte o miolo de noz, a farinha, o fermento e a canela e misture bem, sem bater.

Bata as claras em castelo e incorpore-as no creme preparado. Deite a massa numa forma de mola de cerca de 24 cm de diâmetro e leve ao forno durante 25 minutos.

Deixe arrefecer dentro da forma. Coloque no prato de serviço e retire o aro da forma.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Fado do estudante (Vasco Santana)

 

Fado do estudante

Que negra sina, ver-me assim
Que sorte vil e degradante
Ai que saudade eu sinto em mim
Do meu viver de estudante

Nesse fugaz tempo de amor
Que de um rapaz é o melhor
Era um audaz conquistador
Das raparigas

De capa ao ar, cabeça ao léu
Só para amar vivia eu
Sem me ralar
E tudo mais eram cantigas

Nenhuma delas me prendeu
Deixá-las eu era canja
Até ao dia em que apareceu
Essa traidora da franja

Sempre a tenir, sem um tostão
Batina a abrir, por um rasgão
Botas a rir
Um bengalão e ar descarado

A vadiar com outros mais
E a dançar nos arraiais
P'ra namorar, beber, folgar
Cantar o fado

Recordo agora com saudade
Os calhamaços que eu lia
Os professores da faculdade
E a mesa de anatomia

Invoco em mim
Recordações que não têm fim
Dessas lições frente ao jardim
No velho campo de Santana

Aulas que eu dava
E se estudasse ainda estava
Nessa classe a que eu faltava
Sete dias por semana

O fado é toda a minha fé
Embala, encanta e inebria
Pois chega a ser bonito até
Na rádio telefonia

Quanto é tocado com calor
Bem atirado e a rigor
É belo o fado
Ninguém há quem lhe resista
É a canção mais popular
Tem emoção faz-nos vibrar
E eis a razão
De eu ser Doutor e ser Fadista

Marcha do Centenário (Amália Rodrigues)

Toda a cidade flutua

No mar da minha canção

Passeiam na rua, retalhos de lua

Que caem do meu balão

Deixei Lisboa folgar

Não há mal que me arrefeça

A rir, a cantar, cabeça no ar

Que eu hoje perco a cabeça

 

Lisboa nasceu, pertinho do céu

Toda embalada na fé

Lavou-se no rio, ai ai ai menina

Foi baptizada na Sé !

Já se fez mulher e hoje o que ela quer

É bailar e dar ao pé

Vaidosa varina, ai ai ai menina

Mas que linda que ela é!

 

Dizem que eu velhinha sou

Há oito séculos nascida

Nessa é que eu não vou, por mim não passou

Nem a morte nem a vida

O Pagem me fez um fado

De novo ali me leu a sina

Não ter namorado, amor nem cuidado

E ficar sempre menina!