«(…) mas estava ali também um mundo de luz do sol que aos poucos se transformava em luar, e um lago povoado de cegonhas, e árvores azuladas rodeando-o, manchadas de rosas vermelhas, e campos de alfazema onde vacas cor de leite pastavam. E uma mulher toda em sombras, com os olhos escuros e o pescoço branco, sorria, estendendo os braços. Através do ar, que era como música, uma estrela caía e era apanhada nos chifres de uma das vacas.»
In GALSWORTHY, John – A Família Forsyte. Trad. Rachel de Queiroz. Lisboa: Livros do Brasil, [s.d.]. (Dois Mundos; 108-B). Título original: The Forsyte Saga. Vol. III. Cap. I, p. 373.
In GALSWORTHY, John – A Família Forsyte. Trad. Rachel de Queiroz. Lisboa: Livros do Brasil, [s.d.]. (Dois Mundos; 108-B). Título original: The Forsyte Saga. Vol. III. Cap. I, p. 373.
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